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Tudo sobre Fenômenos Cósmicos

Buraco negro renasce como uma incrível erupção vulcânica e surpreende cientistas

  • Astrônomos observam um buraco negro 'renascido' após 100 milhões de anos de inatividade com imagens de radiotelescópios da Holanda e Índia.
  • O fenômeno, comparado a uma erupção de vulcão cósmico, revelou um jato interno compacto e brilhante no centro da galáxia J1007+3540.
  • Pesquisadores planejam investigações detalhadas para entender como os jatos reativados interagem com o ambiente ao seu redor.

Estrela interestelar 3I/Atlas surpreende a ciência ao parar em órbita

A estrela interestelar 3I/Atlas, recentemente detectada pela NASA, surpreendeu a comunidade científica ao parar sua trajetória em órbita por vários dias. Esse fenômeno incomum pode sugerir a presença de forças desconhecidas, já que a natureza da energia cinética deveria proibir tal pausa. Observações detalhadas revelaram vibrações no núcleo da estrela, levando a especulações sobre interações magnéticas ou de plasma. Com uma idade estimada em 10 bilhões de anos e uma composição rica em dióxido de carbono, 3I/Atlas oferece uma visão única sobre a formação de sistemas estelares distantes e desafia modelos orbitais existentes.

Cometa interestelar 3I/ATLAS se destaca ao passar pelo Sol

O cometa interestelar 3I/ATLAS teve um aumento significativo de brilho ao passar perto do Sol, fascinando astrônomos. Monitorado pela NOAA e pela NASA, o cometa foi visível entre 18 e 24 de outubro, antes de desaparecer. A NASA revelou que o brilho intenso é resultado dos gases liberados do núcleo pelo calor solar. Considerado o terceiro cometa interestelar, o 3I/ATLAS deve ser observado novamente em dezembro e março de 2026, próximo a Júpiter. Este corpo celeste, com características extremamente antigas, viaja a mais de 210 mil quilômetros por hora em uma trajetória quase reta.

Astrônomos detectam estrela devorando planeta gigante pela primeira vez

Astrônomos realizaram uma descoberta impressionante ao identificar uma estrela similar ao Sol consumindo um gigantesco planeta gasoso, que pode ter até dez vezes a massa de Júpiter. O evento, nomeado ZTF SLRN-2020, foi primeiramente observado em 2020 e reconhecido pelo telescópio James Webb. Essa confirmação representa a primeira evidência direta de uma estrela destruindo um planeta, até então apenas uma teoria. Classificado como uma 'nova vermelha subluminosa', o fenômeno ocorreu devido à interação gravitacional que forçava o planeta a perder altitude e colidir com a estrela, resultando em uma liberação massiva de material.

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